A Melhor Maneira de Enriquecer. Educação Financeira!

Um dos maiores dilemas dos dias de hoje é, como guardar dinheiro de forma contínua? A resposta é simples, com Educação Financeira!

A educação financeira é um conjunto de ações como cortar gastos, investir, multiplicar ganhos, acumular riqueza. Isso deve se tornar um hábito, e fazendo isso sempre, você formará um patrimônio sólido, crescente e saudável.

Segundo a ENEF (Estratégias Nacional de Educação Financeira), o conceito de Educação Financeira é:

“Trata-se do processo no qual os indivíduos melhoram a sua compreensão em relação ao dinheiro e produtos com informação, formação e orientação.

Nesse sentido, geram-se os valores e as competências necessários para se tornarem mais conscientes das oportunidades e riscos envolvidos. Para assim poderem fazer escolhas bem informadas.”

Como Aplicar a Educação Financeira

  1. Diferencie preço e valor

Diferenciar preço e valor consiste em perguntar para você mesmo se o preço de um produto é o mesmo que o valor que determinado item tem na sua vida.

Se você vive dizendo que não tem dinheiro para viajar, mas com frequência compra, por exemplo, peças de roupa que custam pelo menos R$ 100, pense no que agregaria mais valor para você. Outra forma de saber se uma compra vale a pena é pensar no número de vezes que o produto será utilizado — um objeto de R$ 50 deve ser usado pelo menos 50 vezes e assim por diante.

  1. Não gaste mais do que pode

A ideia é viver um pouco abaixo do que você ganha, e não acima.

Parece óbvio, mas algumas pessoas ainda insistem em gastar valores maiores do que os do salário que recebem. Isso tem causado endividamento.

O melhor a fazer é separar parte do seu salário para seus gastos essenciais, como comida, aluguel etc., que são aqueles dos quais você não pode abrir mão, outra parte para a quitação de dívidas e o restante para gastos não essenciais. Priorize as duas primeiras categorias e corte os gastos com a terceira quando possível.

  1. Planejar

Fazer planos de como quer gastar seu dinheiro, traçando objetivos de curto, médio e longo prazo, é uma forma de tornar seus sonhos mais realizáveis. Assim, você consegue prever  o quanto será preciso economizar em determinado período para alcançar o que deseja.

Erros comuns de Educação Financeira cometidos pelos jovens.

1 – Vou sempre ganhar mais dinheiro no Futuro
Outra premissa que geralmente assumimos é que o sucesso em nossa carreira ou trabalho vai ser sempre garantido. E isso se reverte em constantes aumentos de renda (salário e outros ganhos) a cada ano.

Ou então, acreditar que os rendimentos em investimentos de alto risco sempre serão positivos e altos. Por exemplo, acreditar que o nosso “conhecimento” em investimentos na bolsa fará o dinheiro render a 5% ou 10% ao mês!

Com esta crença, na grande maioria das vezes fantasiosa e irreal, fica fácil justificar um gasto maior no presente, parcelamentos a perder de vista ou manter um valor mínimo de poupança: afinal, não é preciso guardar muito no presente, amanhã teremos sempre mais dinheiro à disposição.

O correto é ser sempre conservador quando se trata do futuro. Não é preciso também ser pessimista e economizar tanto a ponto de colocar em risco o prazer de viver. Mas não dá para achar que seremos os próximos “Bill Gates” ou “Warren Buffet” do mundo!

 

2 – Tudo vai se resolver no Futuro
Quando se é jovem, a sensação que temos é que não importa quais caminhos iremos seguir, no final, tudo vai se resolver.

Aplicando-se isso à nossa vida financeira, há o risco da pessoa assumir algum compromisso financeiro grande (como uma dívida ou um financiamento de longo prazo), mesmo com a sensação de que não poderá cumpri-lo. Porém, a pessoa segue em frente, afinal: “A vida se encarrega de consertar as coisas e de uma maneira ou de outra será encontrada uma saída para eventuais problemas”

Dividas

Ter dívidas não é necessariamente algo ruim, desde que tenhamos condições de pagá-las. Mas para muitos, possuir uma casa ou um automóvel só se torna possível através de um financiamento. O que devemos fazer quando necessitamos nos endividar é pesquisar por financiamentos com juros mais baixos e com parcelas que não comprometam a renda familiar mensal.

Para aqueles que ainda não estão endividados e necessitam tomar dinheiro emprestado, faz-se necessário conhecer a capacidade de endividamento e para isso é preciso ter um bom controle financeiro. Este controle deve ser capaz de apontar o valor das parcelas que se consegue pagar mensalmente.

Será melhor ainda se tal controle ajudar a cortar gastos desnecessários de modo a providenciar dinheiro extra para quitar a dívida o quanto antes.

No caso daqueles que já possuem dívidas, ter um bom controle financeiro também facilita as coisas. Com ele é sempre possível descobrir fontes de recursos extras através de cortes de despesas não essenciais. Este dinheiro adicional pode então ser usado no pagamento de parte da dívida, o que acarretará em menores despesas de juros e, consequentemente, mais dinheiro no futuro para outros objetivos.

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